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[Japão] - BloodLust

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[Japão] - BloodLust

Mensagem por ADM.Mitra em Ter Out 23, 2018 12:53 pm


~ BloodLust ~


Aqui se encontrará a aventura do Artista Marcial Yujiro Hanma que ainda não possui narrador definido.

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Re: [Japão] - BloodLust

Mensagem por TheRealSky em Qua Out 24, 2018 12:19 am

Post 01!

Naquele dia, Tóquio me parecia tão estranha quanto algo poderia parecer a alguém. Era como uma cidade completamente nova. Como uma donzela completamente virgem. Como uma luta completamente inesperada. A capital do Japão tinha o dom de me fazer sentir assim – Um estrangeiro dentro de um organismo vivo que nunca dorme; que nunca para. Eu odiava isso, e amava, ao mesmo tempo.

Pelo menos ninguém me reconheceu, hoje... – Levantei de onde estava, falando mentalmente, apenas comigo mesmo - ...Ser um Hanma traz problemas até mesmo quando você cospe e mija na própria origem... Isso é um fato... – Com grandes tapas, limpava qualquer poeira que, por força da vida nas ruas e em abrigos de indigentes, pudesse ter se acumulado em minhas roupas – A verdade é que eles estão, aos poucos, esquecendo... E isso é ótimo... O Golpe que vem de onde não se espera sempre é o mais doloroso! E eu vou foder esses merdas tão forte, mas tão forte, que eles desejarão nunca ter nascido...

As conclusões de minha mente atribulada quase nublavam o meu corpo gigantesco que se erguia naquele instante. Músculos de aço – Quase monstruosos – Formavam a linha de arquitetura que perscrutava a Besta colossal em que havia me transformado após aquele episódio do surto de adrenalina, anos atrás. Não que eu soubesse a explicação física para o que havia ocorrido – Isto é, se é que EXISTIA alguma – Mas gostava de acreditar que cada quilo e cada centímetro haviam aparecido por um único motivo divino: Trazer a ruína do clã Hanma.

Desde então, bem sabia que só havia conseguido sobreviver por conta dessa força avassaladora que de alguma forma tornou-se minha. Estalando minhas costas, em um espreguiçar-se que desenhou na coluna um ângulo impossível de ser realizado por humanos comuns, olhei em volta tentando traçar quais passos seriam os do dia. Não foi preciso muito raciocínio para entender que satisfazer os instintos mais básicos era o mais importante – É, merda... Acho que preciso comer algo, antes de mais nada... – Dessa vez palavras de verdade deixaram a minha boca, não direcionadas a nada ou ninguém que não eu próprio. Com uma mão sobre o estômago, e a outra tateando os bolsos, buscava algo que pudesse saciar a fome de imediato e, se nada encontrasse, iria começar a andar em direção ao estabelecimento mais próximo que emitisse o mais distante cheiro de comida que fosse.

Caminharia descuidado por entre as ruas, olhando displicentemente para os lados e para as pessoas que possivelmente passassem por ali. No fundo, as invejava. Pessoas comuns, com vidas comuns... Nenhuma grande tragédia as havia quebrado por dentro. Nenhuma grande decepção as havia destruído psicologicamente em níveis além de qualquer descrição. Elas receberam a dádiva sagrada de seres comuns. De viverem vidas comuns. De morrerem mortes comuns.

Grandes merda... – Mencionei baixinho, antes de cuspir de lado.

Se encontrasse algum estabelecimento comercial que se encaixasse nos moldes supracitados; nele adentraria com o estardalhaço comum àqueles que não dão a mínima para nada. Mãos nos bolsos, olhar distante, peito estufado explodindo músculos e veias para todos os ângulos que se olhasse... Caminharia reto em direção ao balcão ou estrutura similar. Mordendo a parte de dentro da bochecha – Mais como uma mania pessoal do que qualquer coisa – Soltaria o peso de todo o corpo em cima de uma cadeira que aguentasse; espreguiçaria o corpo e soltaria um arroto alto antes de falar

Um prato do melhor que você tem pra comer, velho(a)! – Ajustaria o pronome de tratamento ao gênero, demonstrando um mínimo de consciência social que, em mim, não encaixava de jeito nenhum. Prosseguia, por fim – E uma jarra do melhor que você tem p’ra beber! RÁPIDO, PRA ONTEM! VAMOS!

A falta de educação era o reflexo dos últimos anos que havia passado entre ruas e mendigos; e por mais que pudesse trazer comigo resquícios de uma grana que roubei antes de fugir de casa, preferia conseguir as coisas na base da intimidação e do roubo. Aquele dinheiro era para emergências, e, para ser honesto, sentia nojo sequer de pensar em usá-lo para algo.

Por último, se minha postura arrogante e debochada me trouxesse problemas que tivessem que ser resolvidos de maneira mais... Digamos... “Física”; tentaria em um primeiro momento ganhar distância do meu alvo, analisando-o antes de atacar. A defesa seria a prioridade número um, enquanto pensava em um plano melhor e, secretamente, ponderava se aquele não poderia ser mais um dos esquemas torpes dos Hanma de apaga-lo de vez do mapa.

Não vai ser tão fácil assim, imbecil... O que quer? – Responderia uma questão que ninguém havia perguntado, para reafirmar meu propósito interno; enquanto lançava uma pergunta avulsa, ganhando tempo para, no futuro, trabalhar melhor a situação que se desenvolvia.



Objetivos na Aventura!:


  • Participar da Saga Ouroboros (A Cumprir)
  • Upar, se der, lol (A Cumprir)
  • Comprar equipamentos adequados pro meu nível, acho! (A Cumprir)


Histórico do Lutador:

Nome do Player: Yujiro Hanma
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Peculiaridades Positivas ~ Explosivo, Grande-Homem.
Peculiaridades Negativas ~ Cão-de-Briga, Devoção.
Conhecimentos ~ Punga, Luta de Rua.


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Re: [Japão] - BloodLust

Mensagem por Noskire em Qua Out 24, 2018 9:23 pm

N A R R A Ç Ã O

- x -

O dia começava cedo na terra do sol nascente e, assim como o sol ascendia imponente no céu, o jovem Hanma despertava e erguia-se tenebrosamente num beco qualquer da gigantesca Tokyo. Alongou seus músculos colossais após uma noite dormida no relento e, matutando brevemente, decidiu que sua prioridade seria se alimentar.

Seus bolsos possuíam apenas dinheiro, nada comestível. O beco que dividira com um punhado de sem-tetos e drogados, ainda escuro, possuía apenas lixo. A parca comida que havia no dia anterior já havia sido devorada pelos famintos. Só restava ao colosso ir atrás de algum estabelecimento que pudesse saciar sua fome, e foi isso o que ele fez.

O beco encontrava-se entre dois prédios colossais, provavelmente corporativos. Na verdade, a região inteira, pelo o que seus olhos podiam observar, remetiam ao mesmo: Edifícios enormes feito blocos negros que subiam até as nuvens. Enquanto andava meio sem rumo, observou que o movimento de pessoas era escasso. Ainda faltava pouco menos de uma hora para o início dos turnos daquele dia e o jovem lutador via apenas um ou outro gari varrendo as ruas desertas.

Enquanto passava por um trailer extremamente deslocado daquele local — Além de humilde e coberto de ferrugem, era amarelo com detalhes em vermelho, destacando-se do cenário cinza da região. —, a lateral do trailer foi aberta subitamente, girando em dobradiças barulhentas até atingir o topo e manter-se lá com o auxílio de um bastão. Dentro do pequeno veículo adaptado, havia um senhor japonês, careca, que abriu um longo sorriso ao ver o brutamontes.

— Oh… Parece que já tenho um cliente, que dia de sorte!

A frente do trailer havia cinco bancos dos mais vagabundos, basicamente uma almofada redonda no topo de uma haste de metal. Todas estavam rasgadas, mostrando a espuma vagabunda que havia dentro. Yujiro foi até a do meio e sentou-se, ouvindo o ranger do infeliz banquinho prestes a se partir com o peso do brutamontes.

— Um prato do melhor que você tem pra comer, velho!

— É pra já!

O idoso deu as costas ao lutador e começou a preparar algo em uma pequena chapa. Da posição em que estava e levando em consideração a sua altura, o jovem Hanma podia ver praticamente todo o interior do trailer. A parte central, por onde o senhor poderia caminhar, era minúscula a ponto de ele não precisar dar sequer um passo para ir de um lado ao outro. Além da chapa, também podia ver várias prateleiras e alguns armários, todos minúsculos, mas repletos de comida. Do seu lado, havia uma base de madeira que servia como balcão e, abaixo dela era a única parte do veículo que o jovem não podia ver.

— E uma jarra do melhor que você tem p’ra beber! RÁPIDO, PRA ONTEM! VAMOS! — Sem olhar para trás, o velho puxou um cutelo da lateral de um armário, tão rápido que Yujiro só percebeu quando a lâmina brilhou na altura do seu rosto.

— Não tenho muitas opções, mas farei o meu melhor! — Embora não visse seu rosto, sua voz ainda soava feliz. Com o cutelo em uma mão e uma espátula na outra, continuou remexendo algo na chapa, acrescentando ingredientes que pareciam completamente aleatórios para Yujiro. Depois de cerca de quatro minutos, o velho passou tudo para um prato fundo e colocou-o à frente do ruivo. — Desculpe a demora, mas para um homem do seu tamanho, um mero sanduba não seria o suficiente. — O prato consistia de uma quantidade considerável de carne de porco, gengibre, vegetais, frango, ovos, bacon e mais uns dois ou três ingredientes não identificados por ele. E, ao lado do prato, três pedaços de tofu assados na manteiga.

— Desculpe, mas só tenho desse tamanho! — Desculpou-se ao pôr um pequeno copo de cerâmica ao alcance do ruivo. Abaixou-se e ressurgiu com duas garrafas, ambas velhas e amassadas. — Café ou chá? — Se o ruivo escolhesse, o senhor serviria-o quantas vezes ele pedisse. Assim que Yujiro terminasse de se alimentar, o velho curvaria-se em agradecimento e indicaria a lateral do seu carrinho com a mão esquerda. Lá, seria possível ver a seguinte placa:

Refeição: U$ 14.99
Lanche: U$ 6.99
Chá: U$ 0.99
Café: U$ 0.99
Saquê: U$ 1.99


A última frase havia sido apagada, mas o jovem ainda poderia ler, com muita dificuldade, o que havia sido escrito lá.

- x -

Histórico:
Nome: Yujiro Hanma
Posts do Narrador: 1
Ganhos: - x -
Perdas: - x-
Arte Marcial: Luta de Rua.
Peculiaridades: Explosivo, Grande-Homem. | Cão-de-Briga, Devoção.
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Cozinheiro:


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Caso eu não tenha conseguido explicar bem a “janela” do trailer, seria tipo isso:


Sendo que mais “pobre”.
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Re: [Japão] - BloodLust

Mensagem por TheRealSky em Qua Out 24, 2018 11:38 pm

<blockquote>
Post 02!


Oe oe, Ojii-san...! – Afastava o rosto instintivamente, percebendo que o velho manuseava com habilidade (Talvez habilidade DEMAIS...) aquela faca de formato estranho. Seu estilo era meticuloso, o que era prenúncio claro de uma refeição de qualidade talvez muito superior do que se esperaria encontrar numa espelunca como aquelas – ...Tome cuidado com isso, hun? Homens maiores e mais carecas que você já me cortaram antes... E, acredite em mim, não terminou muito bem pr’a eles...

Não será um problema! – Minha voz gutural respondia a preocupação acerca do tamanho do copo – Pode deixar a garrafa aqui! E café, claro... Chá é para bichinhas... – Praticamente arrancaria a garrafa da mão do dono do estabelecimento, removendo sua tampa e servindo a mim mesmo, com fartura e sem preocupação.

Não é que eu fosse um mocinho, ou um herói idealizado daqueles quadrinhos que crianças imbecis leem nos dias de hoje; mas, ao olhar para o quadro de preços que ali repousava, e tendo a infância abastada que tive, não pude segurar um segundo de profunda e silenciosa comoção. As pessoas viviam com muito pouco, e grande parte disso parecia ser culpa do excesso de poder acumulado nas mãos erradas. Esse pensamento tomou conta do meu cérebro por alguns instantes, afastando a hipótese inicial de simplesmente dar um sacode no velhote e sair dali com a mercadoria que ele deve ter trabalhado meses para conseguir. Piscando forte, voltei à minha realidade de merda

Velhote – Puxei assunto enquanto entornava grandes quantidades de cafeína – Qual o seu problema? – Perguntei, a curiosidade causando surpresa até em mim mesmo – Por que aceita que caguem na sua cabeça? Por que aceita que eles... – Apontaria os grandes prédios comerciais, com desdém – ...Tenham tanto, e você seja obrigado a trabalhar nessas condições pra viver? Nunca se rebelou? É tão bom assim ser gado bem-educado? Nunca quis ser... MAIS?

Segundos seriam dados para que o homem respondesse o que quisesse responder, mas utilizar-me-ia desse tempo para jogar uma nota de 50 dólares para o velho. Após sua resposta, assentiria com a cabeça, voltando ao meu estado natural de simplesmente não me importar – Que seja... Mas me diz... Essa espelunca parece estar presa aqui por muito tempo, o que me faz acreditar que você conhece bem a área, correto? Sendo assim, ficou sabendo de algo que envolvesse a família Hanma recentemente? – Ouviria dessa vez com uma cautela extra, demonstrando real apreensão. Após ouvir tudo, se houvesse no conteúdo alguma coisa que viesse a ser útil em minha busca incessante de vingança, bateria no ombro do velhote e aproximaria o meu rosto para dizer-lhe

Gente como você pode ser útil, velhote. E eu sei como recompensar utilidade verdadeira... O que me diz de você ficar de olhos e ouvidos bem abertos para tudo que envolve o mundo das lutas, e em especial que envolva o nome dos Hanma? Ahn? Se você conseguir fisgar boas informações, talvez muitas outras notinhas dessas aí possam vir a repousar no seu bolso... – Apontaria com o queixo para a nota que havia acabado de lhe dar – Pode imaginar? Não ter que viver o resto dos seus poucos dias dentro dessa lata de sardinhas? Hahahaha... Tudo o que precisa fazer é jogar as cartas de maneira correta... O que me diz?

Não sendo santo – Como, de fato, não sou – Estaria, naquele instante, utilizando toda essa conversa para pôr em prática uma comum arte entre os punguistas. Ela consiste em dar ao alvo, com uma mão, uma grande distração para; enquanto que com a outra você faz alguma outra coisa. Neste caso, a outra coisa seria justamente tatear na região abaixo daquele balcãozinho – Leia-se, a única área que eu não conseguia ver. Enrolando o velhote, tatearia por ali procurando o que ele poderia querer evitar que fosse visto; mais por curiosidade do que por desconfiança em si.

Entretanto, tal ação não faz com que minha proposta tenha sido menos sincera. Eu realmente precisava de informações iniciais para pautar um plano de ação; e talvez a expertise e posicionamento estratégicos daquele velhinho que tão bem se mistura com o “povo comum” pudessem ser bem utilizados.

A isca estava no mar, era chegada a hora de começar a pescar alguns tubarões.



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Re: [Japão] - BloodLust

Mensagem por Noskire em Qui Out 25, 2018 2:57 pm

N A R R A Ç Ã O

- x -

O velho recuou ao ter a garrafa de café abruptamente retirada de sua mão, mas logo começou a rir. — Você é uma pessoa espontânea, disso eu posso ter certeza! — Sereno, guardou a garrafa de chá e pegou uma chaleira, na qual pôs água e a colocou para esquentar. Cantarolava de forma quase inaudível quando o brutamontes fez sua pergunta.

— Hm… Eu já fui dono de uma grande empresa, Companhia Kesuke. Eu já pisei em muita gente, já caguei em muita gente! — Usar o palavreado do lutador o fez gargalhar brevemente, mas logo continuou seu monólogo. — Mas eu fui ficando velho e minhas prioridades foram mudando. Fui ficando mole. Resolvi deixar minha vida para trás: Empresa, família, amigos… E recomeçar tudo do zero. E foi assim que cheguei aqui. — Riu mais uma vez, recolhendo a nota de cinquenta dólares do ruivo. — Obrigado! Uma história patética que nunca contei a ninguém. Nem sei por quê contei para você, mas me desculpe. — A chaleira começou a chiar e o velho virou-se, concentrando em preparar mais uma garrafa de café, enquanto ouviu mais uma pergunta de Yujiro.

— Oh, sim, sim, a mais tempo do que pensei que iria sobreviver! Hahaha... Hm… Na verdade ouvi algo relacionado à eles… — Pegou a garrafa de chá para se servir, mas olhou para o colosso e mudou de ideia, enchendo um copo de café para si. — Haverá um torneio em breve, organizado pelo Clã Ouroboros, eles possuem um grande dojo na área sul da cidade, bem conhecido. A família Hanma com certeza irá participar. — Curvando-se por cima do balcão, olhou o ruivo dos pés a cabeça. — Você poderia participar deste evento e lá, sem dúvida, encontrará algum membro da s— da família Hanma. — Concluiu sua resposta dando um pequeno gole no seu café.

Yujiro, por sua vez, tentou enfeitiçar o velho, atraindo a sua atenção, para que pudesse descobrir o que havia fora do seu campo de visão. Todavia, sua mão foi parada assim que chegou a beira do balcão. Mas não parada à força, pois o velho não fez nenhuma! Ele apenas pousou a sua mão enrugada na mão imensa do ruivo e este parou.

— Não há necessidade disso. Desisti da minha fortuna, já lhe disse, não serei comprado. Mas você sempre será bem vindo como meu cliente e, se eu souber de algo, não hesitarei em lhe informar. — Abriu um largo sorriso para o ruivo, antes de continuar: — E o seu troco eu vou usar para fortalecer esse banquinho aí, ele não o aguentará muitas vezes! HAHAHAHAHAHA

Com a primeira refeição do dia devorada e com suas perguntas respondidas — Quase todas, ao menos. —, restava ao ruivo definir seu próximo passo. A quantidade de pessoas na região aumentava gradativamente, embora ainda houvesse poucas pessoas por ali. Caso resolvesse procurar pelo dojo mencionado, o mesmo encontrava-se a cerca de dez quilômetros de onde estava atualmente. Um jovem de terno sentou-se no último banco à direita, aparentemente sem notar Yujiro. — Talvez fosse cego.

— Sr. Miyagi, tofu e chá! O chá com uma dose daquilo para começar bem o dia.

O velho soltou um: — É pra já! — E deu as costas à dupla, recomeçando a trabalhar.

- x -
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Sr. Miyagi Kesuke:

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A inscrição do evento é até o dia 29, então darei prioridade à isso, no momento.
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